O Eco Designer Gráfico

Trabalhando na área de publicidade, me pergunto como ser mais sustentável.
Eis que acho um cara com o mesmo dilema que eu.
O blog Coletivo Verde fez uma compilação com 4 dicas de como ser um designer gráfico verde (e mais uma por minha conta):

1. A Ecofonte:


Uma agência de comunicação da Holanda, a SPRANQ, desenvolveu essa fonte e a batizou de Ecofont, para as pessoas que gastam muita tinta desnecessariamente ao imprimir documentos diversos. Assim, resolveram pesquisar uma maneira de fazer com que gastassem menos tinta durante a impressão. No final do projeto, a SPRANQ chegou a um resultado capaz de economizar até 25% de tinta a cada impressão.
Sabendo que a tinta é uma substância altamente poluente e que também é uma das mais caras no mundo, essa economia representa uma poupança substancial. A Ecofont funciona simplesmente fazendo buracos nas letras que escreveu e esse simples detalhe já faz toda a diferença sem afetar na legibilidade do texto.
Para download da fonte clique aqui

2. Papel Semente

Além do famoso papel reciclado usado frequentemente para impressões de projetos informativos sustentáveis, existem também os papeis artesanais, classificados como ecologicamente corretos por não apresentarem em sua composição elementos agregantes ou químicos, eles possuem apenas água, fibras naturais e se necessário corantes orgânicos. Dentro desse cenário, contamos com o seed paper ou papel semente como opção, que literalmente é um papel ecológico sustentável que contém vida.
Depois de usado como informativo, envelope, cartão de visitas ou folder por exemplo, o papel semente pode ser germinado, basta apenas que seja rasgado, jogado em terra fértil e regado. Excelente opção para surpreender os clientes dos seus clientes!

3. Reaproveitar a embalagem:


As vezes o diferencial de algum produto, está na grande sacada da própria embalagem. E com certeza mais sucesso terá o projeto, se ele for sustentável. Uma dica é se espelhar em projetos que reaproveitaram a própria embalagem e deram a ela um fim muito melhor do que apenas proteger e enfeitar o produto na compra e na entrega.
Alguns projetos desenvolvidos como o das camisetas em exemplo, a própria embalagem feita de papelão serve como cabide, evitando o consumo e produção dos famosos cabides plásticos. Outro exemplo no ramo de alimentos, é o da embalagem de pizza que a própria caixa é “destacada” e se transforma em pratos, evitando também os procurados pratinhos plásticos descartáveis. Claro que cada produto possui uma necessidade diferente, mas com certeza pensar na embalagem além do enfeite, trás uma grande novidade e curiosidade do consumidor.

4. As mídias naturais


Existem maneiras de divulgar produtos ou serviços que vão muito além do que estamos acostumados. As mídias naturais servem para a promoção e divulgação de serviços ou produtos usando elementos naturais como grama, pedras, areia, neve e o que mais podemos imaginar que exista de natural e que possa servir de plataforma de trabalho.
O quão surpreendente seria caminhar pela praia e descobrir um novo produto em um anúncio feito com uma escultura em areia em vez de uma gigante placa de outdoor que tamparia toda sua vista. Mídias naturais é o “pensar fora da caixa”, é a grande inovação em mídia que acompanhei nos últimos tempos.
Para ler mais acesse: Mídias Naturais – A revolução sustentável na propaganda

5. Impressão Ecológica

Como já foi escrito aqui antes, imprima com impressoras como a HP DesignJet L25500. Ela possui um sistema de impressão ecológica, pois:
- Não usa tintas a base de solventes, e não emite gases tóxicos;
- Produz sinalização sem cheiro e não-inflamável;
- Os cartuchos de impressão são totalmente recicláveis;

Além do que, a HP tem um programa de recolhimento de cartuchos vazios, evitando que o empresário jogue na natureza o lixo.


Fonte: Coletivo Verde






Deixe seu quarto mais sustentável

O quarto é o cômodo em que passamos boa parte do nosso tempo. Pelo menos um terço da nossa vida acontece nele, seja dormindo, lendo, assistindo TV etc.
Já que passamos tanto do nosso tempo nesse lugar da casa, por que não deixá-lo mais verde? Pequenas iniciativas sustentáveis são capazes de fazer de seu quarto um local mais agradável para você e para o planeta.

Veja abaixo algumas dicas para tornar seu cantinho mais amigável ao meio ambiente:

Lençóis orgânicos:
Graças ao seu cultivo, o algodão orgânico não possui resíduos químicos, portanto causa menos irritações à pele. O material se degrada mais rapidamente do que tecidos sintéticos, depois de descartado. Bom para a pele e para o planeta!

Considere materiais diferentes:
Diversas fibras naturais podem ser utilizadas como matérias-primas de lençóis, cortinas, mantas e fronhas. Linho, seda, lã e flanela são os materiais mais indicados no quarto. São ótimas opções ao barato e antiecológico poliéster.

Seja flexível em relação às cores:
Os tecidos sintéticos possuem cores mais vivas, já os orgânicos, possuem uma seleção menor de cores e pode não ser tão simples encontrar um tecido na cor desejada. O lado bom dessa limitação de cores, é que a maior parte dos tecidos orgânicos possui cores neutras, que acabam combinando com qualquer ambiente.

Turismo Consciente

O turismo consciente acontece quando o visitante utiliza serviços e mão de obra do local de destino, proporcionando a sustentabilidade econômica dessa comunidade, valoriza as tradições e costumes da região não impondo os seus, respeita todos os patrimônios locais e evita a prática de atividades turísticas que possam causar impacto ambiental negativo.

A alternativa de exercer o turismo consciente tem se tornado cada vez mais importante devido ao desgaste natural e cultural que muitas localidades já sofreram em decorrência do turismo de massa. É uma opção social e ambientalmente correta que traz benefícios aos anfitriões e visitantes, possibilitando maior integração entre as duas partes e de forma respeitosa.



Fonte: www.turismoconsciente.com.br

Hotel Auto-Sustentável

Um lugar para descansar e bem perto da tranquilidade da natureza. E para que esta opção seja ainda melhor, quer dizer, mais saudável, que tal se alimentar com produtos totalmente naturais, bem longe de agrotóxicos ou industrializados? E não é difícil encontrar um lugar como esse no Triângulo Mineiro.

O som é do campo e o cheiro do pasto. O local fica na zona rural de Sacramento. A fazenda do empresário Ivan Sebastião Barbosa Afonso tem um propósito diferente das demais na região. Tudo o que se produz é orgânico e tem destino certo: a mesa de um hotel às margens da represa de Jaguara. Não faltam opções no cardápio natural.

No verdural da fazenda não se usa agrotóxico nem fertilizante. O estrume das vacas serve de adubo natural. O administrador da fazenda, Jaime Ferreira da Costa, é quem prepara o solo. A receita para combater pragas nas folhas das hortaliças ele mesmo desenvolveu. Os turistas, atraídos pela beleza e tranquilidade do local, acabam surpreendidos com a alimentação que chega direto da roça. Quem prepara também percebe a diferença.

Quando adquiriu o hotel Ivan pensou em torná-lo autosuficiente aproveitando ao máximo a área da fazenda para a produção de alimentos. Hoje, se aproveita desde o leite para consumo in natura ou para fabricação de queijos, até as frutas servidas no restaurante. Pensando de forma sustentável o hotel economiza R$10 mil por mês na compra de alimentos e investe na própria produção. Até o cafezinho que os hóspedes tomam sai do local.

Dessa forma, a tradicional vida da roça ganha regalias com a sofisticação dos chalés, esportes náuticos e uma paisagem de tirar o fôlego. Nada mal para um fim de semana em família.

Fonte: Megaminas.com

Bicicleta é o futuro da mobilidade

Alguns pontos que fazem da "Magrela" o seu próximo meio de transporte:

Economia: Conseguir sua bicicleta é simples e barato! Pode ser comprada com um investimento em torno de R$30,00 mensais e todo tipo de loja atualmente vendem-nas (mas eu indicaria comprar a sua em uma boa bicicletaria). Se comparada às tarifas de ônibus ela pode “se pagar” em torno de 3 meses. A segunda economia, vem já com outra vantagem, a economia da academia. E também não podemos esquecer que você gastará pouco com combustível (água nem é tão caro).

Saúde: Você de quebra estará cuidando de sua saúde, aproveitando um tempo que era desperdiçado, por mais um momento de exercício físico (economizando na academia ;). Sempre lembrando que é melhor buscar profissionais especializados para que sua bicicleta tenha as medidas, tamanho e especificação correta para seu tipo físico, peso e altura.

Seu próximo "carro"
Meio ambiente: Atualmente vemos muita repercussão na mídia sobre super-aquecimento, poluição e outras coisas do gênero. A bicicleta é um dos meios de transportes menos poluentes e ainda não necessita de combustível.

Trânsito: Com os devidos cuidados e respeitando sempre as leis de trânsito, estaremos ajudando para que tenhamos um trânsito menos caótico.

Velocidade: Estaremos fazendo nossa parte para que o trânsito seja menos caótico, mas mesmo que não consigamos ainda, a bicicleta é um dos meios de transporte mais rápidos em distâncias até 15km. O que torna viável para a maioria das cidades brasileiras, incluindo as capitais.

Lazer: Pode ser usada ainda como uma forma de lazer, passeando com a família, namorada, amigos e até mesmo sozinho.

Como podem ver a bicicleta é uma opção bastante viável, sempre lembrando que sempre devemos estar ligados e respeitar as leis de trânsito (não que isso seja uma exclusividade da bicicleta, mas…). Não esqueçam do capacete, sinalizadores dianteiros, laterais e traseiros, luva e sempre – muita – água.

Para os baladeiros de plantão também pode ser uma opção, afinal muitos lugares apoiam e incentivam o uso de bicicleta, inclusive dispondo de estacionamento e outras formas.”

Fonte: http://www.efetividade.net

Descarte corretamente o óleo de cozinha

Foto: Eluma-divulgação
O descarte incorreto de óleo de cozinha nas residências é um grande problema que agrava a poluição do solo e das águas. Um litro de óleo despejado pela tubulação convencional é suficiente para poluir cerca de 100m³ de água, encarecendo seu tratamento em 45%.

A empresa Eluma desenvolveu um sistema de descarte de óleo especialmente para prédios residenciais.

Despejado por meio de uma tubulação de cobre em um reservatório apropriado, ele é armazenado e posteriormente descartado de forma adequada, evitando que chegue até a rede de esgoto.
O sistema já foi implantado em prédios, em Belo Horizonte (MG) e Santo André, no ABC paulista. A proposta é incentivar os empreendimento sustentáveis, diminuindo os custos de manutenção das instalações e do sistema público de esgoto. Há também a possibilidade de reverter renda para o condomínio com a venda do óleo usado, que poderá ser transformado em sabão, detergente ou sabonete por ONGs ou empresas especializadas que recolhem e pagam pelo material descartado.

Fonte: Revista Atitude Sustentável

Profissão: Sustentável

Você jovem que está pensando em que curso fazer no vestibular, ou você graduado que está buscando uma especialização; faça um curso na área socioambiental/sustentabilidade.
Não é apenas MODA.. moda passa. É necessidade mesmo.

Aqui vai umas dicas de cursos:


• UniEthos - Curso Construindo Negócios Sustentáveis - Modelos, Cenários e Estratégias

• GVPEC - Programa de Educação Continuada (FGV) - Especialização em Gestão de Sustentabilidade

• GVPEC - Programa de Educação Continuada (FGV) - Curso de Gestão Ambiental Empresarial: Conceitos, Modelos e Instrumentos

• CEATS/ USP - Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor - Curso de avaliação de Projetos e Programas Sociais

• Finanças Sustentáveis - Consultoria que oferece cursos abertos e in company sobre Sustentabilidade nos Negócios, Princípios do Equador e outros.

• UTFPR - I Curso de Especialização em Construções Sustentáveis

• UFLA Universidade Federal de Lavras - Especialização em Formas Alternativas de Energia


Cerol não é brinquedo. MATA!


É só se aproximar o verão que o colorido das tradicionais pipas toma conta do céu. Porém, junto com a brincadeira que perpassa gerações, vem a preocupação com uma brincadeira de criança que pode matar: soltar pipa com cerol. Apesar de ser usada nas linhas para cortar outras pipas no céu, ela também é responsável por graves acidentes envolvendo motoqueiros e ciclistas, animais, rede elétrica e porque não, aeronaves.

Segundo a Associação Brasileira de Motociclistas, cem acidentes são causados por ano pelo uso da linha de pipa com cerol. Cinquenta deles são gravíssimos e, em 25% dos casos, há morte.
O cerol também machuca e mata animais, como corujas e carcarás

Cinema verde

Descobri essa um pouco tarde, mas vale a intensão

O Ministério do meio ambiente está promovendo a III Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente – Circuito Tela Verde.
Os vídeos podem ser curtas, curtíssimos, vinhetas… e produzidos com os mais diversos recursos; filmadora, câmera de celular, câmera digital ou qualquer outro material que capture vídeo, desde que produzidos num processo educomunicativo.

Infelizmente o prazo para envio já acabou.

Os critérios para seleção dos vídeos foram o seguinte:

• Pertinência e coerência em relação a temática socioambiental;
• Capacidade de sensibilização e/ou mobilização;
• Elaboração em processo educomunicativo;
• Elementos de linguagem cinematográfica;
• Propaganda inclusive de cunho eleitoral;
• Teor de cunho inadequado a qualquer faixa etária;
• Conteúdo ofensivo, agressivo ou que atente contra terceiros;
• Ausência do termo de cessão de direito;
• Não possuir ficha técnica.

Veja a lista dos filmes selecionados > http://telaverde.ambientedigital.org/wp-content/uploads/2011/07/Lista-de-filmes-Do-CTV-3-Selecionados.pdf

Fonte:http://telaverde.ambientedigital.org/

Casa que gera energia

Na edição de 14/07 no Bom Dia Brasil, da Rede Globo, foi apresentado o quadro "Você não sabia, mas já existe".
Como está na minha área, eu já sabia sim, ehehe!

Veja o video da reportagem:



A ideia é ótima... mas eu daria uma dica.
Também da pra melhorar.

Quem sabe colocar um biodigestor, para os dejetos humanos e animais também...
Daria para gerar biogás, para geração de energia elétrica.

O futuro é esse.. estamos no caminho certo

Raphael

Festa ambientalmente responsável

De olho no futuro do nosso planeta, o badalado Skol Sensation preparou uma super estrutura para incentivar a preocupação e cuidado com o meio ambiente até mesmo em momentos descontraídos como nesse big evento. A Ambev acredita que ações como essa devem ser naturais em qualquer momento da vida; assim, colaboramos melhor para a preservação do único planeta que temos para morar.


Pensando nisso, a marca (a Skol) começou estimulando os frequentadores a utilizarem transportes alternativos como metrô, táxi e van. A estratégia foi distribuir, junto com os ingressos, bilhetes de ida e volta para o metrô e, ao descer na estação Tietê, os participantes poderiam pegar um ônibus gratuito que os deixaria no evento.

Além disso, o público do Skol Sensation também contou com um serviço de van a domicilio (com agendamento e até 25% de desconto para grupos com mais de cinco pessoas); com uma frota reforçada de táxis e com 8.000 vagas em quatro estacionamentos parceiros (que funcionaram até as 16h do domingo — 19/06 — de forma que o participante pôde deixar o carro no estacionamento, voltar de táxi, por exemplo, e buscá-lo no dia seguinte). Boa ideia, né?

Como nas edições anteriores (2009 e 2010), não houve registro de ocorrências graves. Todos os — mais de 250 mil — copos utilizados no evento continham logos com mensagens responsáveis como “Motorista da rodada” e “Se beber não dirija”. Essas são ações que integram a Plataforma de Responsa, um conjunto de ações da Ambev para incentivar o Consumo Responsável.

Falando em copos, todo o material reciclável utilizado pelos 40 mil participantes foi recolhido pela Valor Sustentável, empresa privada de gerenciamento de resíduos. Foram aproximadamente sete toneladas de material plástico, latas de alumínio e outros resíduos, que foram destinados à Cooperativa Central Tietê e cujo resultado da venda será revertido para os cooperados.

Já pensou se em toda festa você se divertisse assim, sem prejudicar o meio ambiente? Siga o exemplo do Skol Sensation e faça a sua parte!


Fonte: Ambev.com.br

Evento sustentável no Brasil

A Conferência Rio+20, que ocorrerá na área do Porto do Rio de Janeiro de 28 de maio a 6 de junho de 2012, é um dos principais temas das conversas que a presidente Dilma Rousseff vem mantendo com autoridades estrangeiras. A maior conferência mundial sobre preservação ambiental, desenvolvimento sustentável e economia verde deverá definir um novo padrão para o setor. Mais de 100 presidentes da República e primeiros-ministros estarão presentes.

Vários países se mobilizam em debates paralelos a menos de um ano da conferência. Em Nova York, no próximo dia 25, haverá uma discussão de alto nível sobre o assunto. Na Indonésia, ainda este mês, o tema é o desenvolvimento sustentável, enquanto em setembro os alemães querem debater a responsabilidade social das cidades no contexto do desenvolvimento sustentável.

"A Rio+20 é tema constante em todas as conversas e viagens", disse o subsecretário-geral de Energia e Alta Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado. “Não se trata [apenas] de uma conferência ambiental, mas de desenvolvimento sustentável envolvendo vários temas afins, como as questões sociais e um modelo para a governança global.”

A Rio+20 ocorrerá duas décadas depois de outra conferência que marcou época, a Rio 92. A ideia é definir um modelo internacional para os próximos 20 anos com base na preservação do meio ambiente, mas com foco na melhoria da qualidade de vida a partir da erradicação da pobreza, por meio de programas sociais, a economia verde e o desenvolvimento sustentável para uma governança mundial.

De acordo com o embaixador, cerca de 45 mil pessoas deverão estar envolvidas nas discussões e na organização da cúpula. A conferência conta com o apoio e o comando da Organização das Nações Unidas (ONU). O secretário-geral do evento é o diplomata chinês Sha Zukang. A presidenta da conferência é Dilma Rousseff.

No mês passado, uma comissão nacional foi criada especialmente para organizar a Rio+20. O comando do grupo está nas mãos dos ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente). Mas especialistas de vários setores vão participar, assim como representantes do governo e da cidade do Rio de Janeiro.

Quanto vale a biodiversidade?

Uma discussão global sobre o valor econômico da biodiversidade está na pauta da indústria mineira.


Na próxima segunda-feira, 11 de julho, a Fiemg promove o Seminário Valoração Econômica da Biodiversidade e dos Ecossistemas: Contribuições para o TEEB. O evento reúne representantes do setor produtivo, do poder público, do terceiro setor, especialistas e acadêmicos. Eles irão criar subsídios para a construção de uma política de valoração de áreas preservadas.

O TEEB é um relatório desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) que busca quantificar o valor do capital natural. É um estudo global, iniciado pelo G8 e por cinco grandes economias em desenvolvimento. O seu enfoque é encontrar formas de se medir o benefício econômico global da diversidade biológica, dos custos da perda da biodiversidade e das falhas em se adotarem medidas de proteção e o custo da efetiva conservação.

A Fiemg traz – em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o Conselho Regional de Biologia de Minas Gerais (CRBio), com o escritório Lima Netto, Campos, Fialho, Canabrava Advogados e com Bicho do Mato Meio Ambiente – a discussão para Minas Gerais como um comprometimento com as discussões preparatórias para a Rio+20. “Debater sobre o valor econômico de áreas naturais com potencial de uso pela indústria significa contribuir com políticas públicas para licenciamento e compensação ambiental, marcando a posição do setor”, explica o gerente de meio ambiente do Sistema Fiemg, Wagner Soares Costa.

A programação do Seminário Valoração Econômica da Biodiversidade e dos Ecossistemas: Contribuições para o TEEB, com participação da indústria, de setores da sociedade civil e do governo, reforça a ideia de criar o debate para construção de subsídios para determinação de valores econômicos para biodiversidade e ecossistemas. Confira a programação completa aqui.

Fonte: FIEMG

Mineirão [quase] Sustentável


Para apresentar as medidas de sustentabilidade adotadas na obra de modernização do Mineirão, o site [www.novomineirao.mg.gov.br] exibe seu novo vídeo sobre a agenda verde do novo estádio. Para acessá-lo, o visitante deve ir em Imprensa e depois em Vídeos. O vídeo também pode ser visto na página do Mineirão no Facebook.

As imagens atuais mostram ações sustentáveis implementadas desde o início das obras, em janeiro de 2010, em concordância com os padrões internacionais de respeito ao meio ambiente, tais como reaproveitamento de entulhos, uso de energia solar, reuso de água da chuva para irrigação e limpeza e iluminação de baixo consumo. Todas as iniciativas visam não só diminuir o impacto ambiental provocado pela obra, mas também compensar o meio ambiente de maneira responsável.

O estádio tem contratado o serviço de consultoria do selo Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), que habilita obras com práticas sustentáveis. O Mineirão pretende conquistar a certificação “Nova Construção e Renovação Principal (New Construction and Major Renovation), do selo Leed, conferido a projetos de reconstrução.

A iniciativa do vídeo faz parte das ações da “Semana Verde” da Secopa, que consiste na apresentação diária, a partir de hoje, de iniciativas ambientais desenvolvidas pela secretaria de Minas Gerais com vistas à Copa de 2014. O desenvolvimento sustentável será um dos maiores legados do Governo de Minas Gerais à sociedade após o Mundial.|http://www.novomineirao.mg.gov.br| http://twitter.com/novomineirao | http://www.youtube.com/user/NMineirao| http://www.facebook.com/NMineirao].

O que será desse Planeta Azul?

Em 1992, a dupla José de Lima Sobrinho e Durval de Lima, ou simplesmente Chitãozinho & Xororó, gravou uma música falando sobre preservação ambiental.

Sim.. há 19 anos, os sertanejos já estavam preocupados com nosso Planeta Azul!
E o que foi feito de lá pra cá??? Algumas melhorias, mas ainda muito poucas...

Mas como o ar que respiramos, felizmente é o mesmo dos filhos dos políticos, acho que a preocupação e a preservação será maior daqui pra frente..

Planeta Azul
Chitãozinho e Xororó
Composição: Xororó / Aldemir



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