Tesla começa a produzir em larga escala telhas que geram energia solar

A telha solar da Tesla já foi testada, aprovada e agora está sendo comercializada em pequena escala em Fremont, na Califórnia. Além de resistente – Elon Musk garante que o produto dura mais de 50 anos! –, a tecnologia promete ser mais barata do que um modelo de telha comum.



Com tanto sucesso, a Tesla anunciou que a produção em larga escala da telha solar já tem endereço: Buffalo, em Nova York. Centenas de funcionários já foram contratados e as máquinas já foram instaladas em uma fábrica de 1,2 milhão de metros quadrados.


A meta é produzir, em telhas, o equivalente à geração de 2 gigawatts/ano, apenas nesta primeira fábrica. A Tesla ainda não revelou a quantidade de vendas que já realizou do produto, mas garante que a demanda está alta. Ia curtir ter telhas solares na sua casa?

Lido no http://thegreenestpost.com

Campus do IFMG em Formiga recebe instalação de usina fotovoltaica

O campus do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) em Formiga recebeu a instalação de uma usina fotovoltaica. De acordo com a unidade, a medida vai gerar economia de cerca de R$ 70 mil por ano.

Formiga é o segundo campus a implantar a usina. O IFMG adquiriu 10 unidades para serem implantadas em diversos campi. O valor do investimento de cada foi de R$ 191.750,00 e estima-se que, em no máximo três anos, a economia gerada cubra os custos do investimento, destinando o recurso que seria gasto com a fatura de energia elétrica para outras áreas como pesquisas, projetos de extensão e outras melhorias no campus.


Além de proporcionar economia no gasto mensal com energia elétrica, há possibilidade de realização de estudos do funcionamento e confiabilidade dos sistemas, já que o campus tem pesquisadores da área. Apesar de a instalação dos equipamentos ter sido concluída, a liberação para o uso ainda é aguardada, o que deve ocorrer até setembro, de acordo com o IFMG Formiga.

Leia a reportagem completa aqui

Fonte: G1

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O crescimento das microusinas solares em Minas Gerais

Impulsionadas pela crise do setor elétrico, as microusinas solares ganham atenção e a demanda desses projetos surpreende, embora ainda concentrada nas famílias de maior poder aquisitivo e na população que valoriza insumos limpos e renováveis.

O modelo de energia elétrica movida à luz do sol em Minas Gerais apenas engatinha para fazer frente à dependência do Brasil da hidreletricidade.

Porém, hoje vemos uma onda com uma nova demanda por essa energia sustentável.

Me aventurei a fazer uma pós-graduação em Formas Alternativas de Energia, pela UFLA em 2011. Porém, sendo um curso à distância e não muito dentro da minha área de atuação, não cheguei a terminar.
Mas hoje fiquei feliz ao ver um colega daquela turma levando adiante e ainda ganhando dinheiro com aqueles ensinamentos. 

Há cinco anos no ramo de projetos de geração de energia renovável, o engenheiro e técnico em eletrotécnica Frederico Milward Leitão Garcia vê impulso renovado com a startup que criou em BH, a Foto Energy, responsável pelo desenvolvimento de sistemas em Minas, no interior de São Paulo e na Paraíba. 


"Freddy" diz que desde julho, os pedidos não param de chegar, com a falta de chuvas, risco de racionamento de energia e a conta que vai ficar 30% mais cara. Os interessados, em sua maioria, são famílias de maior poder aquisitivo e engajadas na causa da preservação do meio ambiente em casas ou condomínios fechados na Grande BH.

Quem gera a própria energia paga a diferença entre o que consumiu do fornecimento da concessionária e a quantidade que seu sistema produziu, podendo limitar o pagamento mensal às taxas de iluminação pública e o devido pelos serviços de medição feitos pela companhia de energia do Estado.

Fonte: Portal Uai

Documentário Rio Interrompido - Na íntegra

Com imagens que vem desde a nascente, na Serra da Canastra, até chegar à região do maior criatório natural de peixes do Velho Chico, o documentário de Alan Russel mostra como o Rio da Integração Nacional tem sido tratado pelas autoridades, empresários e pelos que dele sobrevivem. Drenos e matança de dezenas de lagoas marginais, utilização de áreas de proteção para cultivo da monocultura de cana de açúcar, e até um desvio que literalmente mutilou 8 km do Rio São Francisco são alguns dos crimes apresentados pelo doc. Com uma abordagem simples e direta, o Rio Interrompido mostra não só os problemas decorrentes dessas ações, mas sugere alternativas de revitalização desse grande patrimônio natural. Toda a história é narrada pelos personagens reais que, de alguma forma, certa ou errada, contribuíram para deixar o São Francisco como o vemos hoje.

Vejam o Doc na íntegra:


O vídeo foi produzido pela AAPA (Associação dos Pescadores do Alto São Francisco), Lucas Melo, Daniel Ribeiro de Melo e Alex Bessas, e ainda tem agradecimento a mim nos créditos, muito obrigado.

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