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O crescimento das microusinas solares em Minas Gerais

Impulsionadas pela crise do setor elétrico, as microusinas solares ganham atenção e a demanda desses projetos surpreende, embora ainda concentrada nas famílias de maior poder aquisitivo e na população que valoriza insumos limpos e renováveis.

O modelo de energia elétrica movida à luz do sol em Minas Gerais apenas engatinha para fazer frente à dependência do Brasil da hidreletricidade.

Porém, hoje vemos uma onda com uma nova demanda por essa energia sustentável.

Me aventurei a fazer uma pós-graduação em Formas Alternativas de Energia, pela UFLA em 2011. Porém, sendo um curso à distância e não muito dentro da minha área de atuação, não cheguei a terminar.
Mas hoje fiquei feliz ao ver um colega daquela turma levando adiante e ainda ganhando dinheiro com aqueles ensinamentos. 

Há cinco anos no ramo de projetos de geração de energia renovável, o engenheiro e técnico em eletrotécnica Frederico Milward Leitão Garcia vê impulso renovado com a startup que criou em BH, a Foto Energy, responsável pelo desenvolvimento de sistemas em Minas, no interior de São Paulo e na Paraíba. 


"Freddy" diz que desde julho, os pedidos não param de chegar, com a falta de chuvas, risco de racionamento de energia e a conta que vai ficar 30% mais cara. Os interessados, em sua maioria, são famílias de maior poder aquisitivo e engajadas na causa da preservação do meio ambiente em casas ou condomínios fechados na Grande BH.

Quem gera a própria energia paga a diferença entre o que consumiu do fornecimento da concessionária e a quantidade que seu sistema produziu, podendo limitar o pagamento mensal às taxas de iluminação pública e o devido pelos serviços de medição feitos pela companhia de energia do Estado.

Fonte: Portal Uai

Documentário Rio Interrompido - Na íntegra

Com imagens que vem desde a nascente, na Serra da Canastra, até chegar à região do maior criatório natural de peixes do Velho Chico, o documentário de Alan Russel mostra como o Rio da Integração Nacional tem sido tratado pelas autoridades, empresários e pelos que dele sobrevivem. Drenos e matança de dezenas de lagoas marginais, utilização de áreas de proteção para cultivo da monocultura de cana de açúcar, e até um desvio que literalmente mutilou 8 km do Rio São Francisco são alguns dos crimes apresentados pelo doc. Com uma abordagem simples e direta, o Rio Interrompido mostra não só os problemas decorrentes dessas ações, mas sugere alternativas de revitalização desse grande patrimônio natural. Toda a história é narrada pelos personagens reais que, de alguma forma, certa ou errada, contribuíram para deixar o São Francisco como o vemos hoje.

Vejam o Doc na íntegra:


O vídeo foi produzido pela AAPA (Associação dos Pescadores do Alto São Francisco), Lucas Melo, Daniel Ribeiro de Melo e Alex Bessas, e ainda tem agradecimento a mim nos créditos, muito obrigado.

O UmNovoMundo.org se dispõe a ajudar ativamente nos próximos projetos!

Pequenas atitudes que ajudam o mundo

Reduzir, Reutilizar e Reciclar: esses são os conhecidos 3 Rs da sustentabilidade, três mudanças comportamentais que devemos aplicar em nossas práticas de consumo.

Este conjunto de simples ações pode –e deve- ser feita por qualquer pessoa, não importa a idade ou onde mora. O que vale é ter em mente que, para cada produto que consumimos, há uma demanda de matéria prima, de energia para sua fabricação, de combustíveis para  o transporte, e no final, haverá o resíduo gerado – e isso vale tanto para sua garrafinha de água mineral quanto para seu smartphone. Adotando os 3 Rs em sua vida você não só ajuda o planeta como também o seu bolso. Confira:


REDUZIR. Essa talvez seja a parte mais difícil de se repensar, já que muitas vezes não sabemos avaliar bem o que realmente precisamos consumir.  A partir daí temos uma infinidade de bens e embalagens que nem sempre são extremamente necessários no nosso dia-a-dia. Antes de comprar algo pense: “eu realmente preciso disso?” Um exemplo prático são os telefones celulares. Na maioria das vezes eles estão em perfeitas condições de uso e são simplesmente substituídos por um aparelho de tecnologia superior. E o que dizer, por exemplo, de alimentos que são embalados individualmente em pequenas porções dentro de outra embalagem? A quantidade de alimento é a mesma, porém com mais resíduos. E falando em alimentos, você compra as quantidades corretas? Por vezes lotamos a geladeira ou o armário por medo de que algo falte durante a semana (ninguém quer enfrentar as filas dos supermercados todos os dias), mas nem sempre damos conta de consumir tudo. Resultado: o desperdício. E falando nisso, não se esqueça de sempre economizar água e energia. Desligue luzes e aparelhos que não estão sendo utilizados, e também reutilize a água descartada da máquina de lavar para lavar seu quintal sempre que possível.

REUTILIZAR. Depois de avaliar e decidir o que comprar,  podemos dar um novo destino às embalagens ou mesmo ao produto que já foi utilizado para um fim, mas ainda tem serventia para outro. O copo de requeijão, seja de vidro ou plástico, pode sim ir para o armário da cozinha; aquelas impressões que não têm mais utilidade podem virar um bloco de anotações quando utilizamos o verso das folhas; as sacolas ecológicas vão dar muito mais viagens ao supermercado do que a sacolinha plástica descartável; uma caneca economiza dezenas de copinhos descartáveis para tomar o seu café no trabalho. Tudo deve ser reaproveitado até que realmente não haja mais condições de uso.

RECICLAR: Quando enfim o destino do produto for a lixeira, lembre-se que existe potencial financeiro no seu lixo doméstico. A indústria da reciclagem movimenta muito dinheiro, gera empregos e dá origem a novas matérias primas que não serão retiradas da natureza. Se em sua cidade não há coleta seletiva, informe-se se alguma cooperativa faz esse recolhimento em seu bairro, ou se até não há um catador autônomo na região. Seu único trabalho será separar os resíduos por material em uma lixeira seletiva: papel, plástico, metal e vidro devem ir para sacos de lixo separados e entregues para reciclagem. O lixo orgânico (restos de alimentos, etc.), pode ser aproveitado como adubo. Nada se perde na natureza e devemos nos lembrar disso antes de considerarmos o que não nos serve mais como “lixo”.

Estrada que brilha a noite

Projeto foi desenvolvido pelo designer Daan Roosegaarde e absorve luz do dia e brilha à noite.


As linhas da estrada absorvem a luz do dia da rodovia e brilham quando está escuro.

Chamada de "Glowing Lines" (linhas brilhantes, em inglês), a sinalização em uma estrada da Holanda, perto da cidade de Oss, faz parte do conceito de "estrada inteligente" desenvolvido pelo designer holandês Daan Roosegaarde e é executada por uma construtora holandesa.
Muito bom para ajudar os motoristas, e ainda economiza energia elétrica!

Visto no G1