Aplicativos de celular contra emissões de carbono


Muitos aplicativos para Iphone e Android pretendem ajudar seus usuários a salvar o meio ambiente.
Veja alguns exemplos:


O chamado Green Outlet é capaz de identificar quais aparelhos consomem mais energia dentro de sua casa, ajudando você a economizar na conta de energia elétrica. Ele também é avisa quando você excede o uso recomendado e ainda indica sites onde seja possível comprar créditos de carbono.

Já o Just Science mostra mudanças registradas na temperatura da Terra nos últimos séculos para que você tire suas próprias conclusões sobre como o clima muda ao longo dos anos. Ele também explica e enumera efeitos do aquecimento global.

O greenMeter simula o uso de um acelerômetro no iPhone para analisar o impacto ambiental da condução em seu veículo. Além disso, oferece dicas de como aumentar a eficiência no consumo do combustível, diminuindo sua pegada de carbono e o impacto ambiental.

O Light Bulb Finder ajuda a comparar os custos e o impacto ambiental de diferentes tipos de lâmpadas, ajudando você a comprar a melhor delas para economizar energia dentro de casa.

O Google Maps também pode ser muito útil ao encontrar o melhor trajeto até o seu destino, para reduzir uso de gasolina. A versão para Android já inclui instruções para que os ciclistas sigam por rotas mais seguras, por exemplo.

Junto com alguns gadgets para carregar as baterias como o vento e o sol o uso dessas ferramentas poderá e muito ajudar na manutenção da Terra para os próximos anos.

Fonte: Greenvana.com.br

Sustentabilidade para ver, ouvir e sentir

Esse é o GreenNationFest, um Festival com entrada gratuita acontece de 31 de maio a 7 de junho no Rio.O evento usará cinema, educação, esporte, moda e muita interatividade para falar de meio ambiente e sustentabilidade.
O Green Nation Fest é realizado pelo Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente (CIMA), ONG que há mais de 20 anos desenvolve ações em parceria com instituições privadas, governamentais e multilaterais.

Todos podem participar da Competição de Cinema e Novas Mídias, uma disputa de obras sobre sustentabilidade. É só inscrever o trabalho (que pode ser micrometragem, blog, foto e perfil no Twitter) até o dia 10 de maio no site www.GreenNationFest.com.br.

Além da competição, o evento terá três grandes atrações: a Feira Interativa e Sensorial, Mostra Internacional de Cinema com 12 longas-metragens e Seminários Internacionais sobre “Economia verde e criativa”, abertos para debates. A expectativa de público gira em torno de quatro mil visitantes por dia.



O desafio dos realizadores do evento é fazer com que as pessoas saiam da experiência com um mínimo de compromisso para realizar práticas sustentáveis.

O Green Nation Fest presenteia todos os participantes com uma muda de árvore plantada em seu nome.

O conceito dos 3 R's agora é 7 R's

Muitas pessoas já conhecem o conceito dos 3 R´s, Reduzir, Reutilizar e Reciclar. No Brasil, a discussão em torno da minimização de resíduos tomou impulso com a Agenda 21, documento que representa o acordo entre as nações para melhorar a qualidade de vida no planeta, elaborada durante a Conferência Rio-92. Seu capítulo sobre Manejo Ambientalmente Saudável dos Resíduos Sólidos afirma que a melhor maneira de combater o problema do lixo é modificar os modelos de consumo. Com o passar do tempo, outras palavras que começam com o “R” e que representam a Política da Sustentabilidade foram surgindo e difundidas de tal forma que hoje já se falam em 7 R’s, Repensar, Reduzir, Reutilizar, Reparar, Reciclar, Recusar e Reintegrar.

Mas você sabe o que cada um deles significa?

Repensar
Antes de qualquer coisa, analisa calmamente aquilo que você "acha" que precisa. Você verá que nem tudo é realmente necessário e que é possível cortar do dia a dia algumas coisas que hoje parecem fundamentais. Esse conceito é a base do consumo sustentável e visa fazer com que o consumidor tenha a certeza de estar adquirindo algo não pelo apelo midiático ou por influencias externas, e sim por necessidade.

Reduzir
Mas se você realmente precisa daquilo, adquira-o da melhor forma possível, ou seja, reduzindo ao máximo o consumo e restringindo-se ao necessário. Assim, quando for comprar alguma coisa, pense em como reduzir a quantidade de lixo que será gerado com aquilo e evite esbanjamentos. Se você mora sozinho, por exemplo, não precisa comprar uma quantidade grande de comidas perecíveis, já que as chances de elas ficarem ruins e acabarem no lixo são grandes. Ou ainda se for organizar a festinha de aniversário do seu filho e convidou 50 amiguinhos, para que comprar uma embalagem de talheres com 200 unidades?

Reutilizar
E se não for possível consertar, tente reutilizar. Um objeto pode ganhar funções totalmente diferentes da original e ainda continuar muito eficiente - tudo isso sem causa agressões ao meio ambiente. Uma garrafa de refrigerante pode virar um vaso para plantas, um pneu velho pode ser transformado na bóia da piscina e uma latinha de alumínio pode ser seu próximo porta-trecos.

Um iate diferente!

O Chronos Yatch, embarcação desenhada pelos italianos Simone MadellaLorenzo Berselli como foi batizado, é um iate que não fica só na beleza: ele também tem características sustentáveis. Ele conta com painéis de vidro que captam a luz solar e paredes que absorvem o excesso de calor. Ambos são convertidos em energia. O barco também pode ser movido pela força do vento.


A madeira é o material predominante no revestimento de pisos e paredes. Os móveis com formas modernas seguem o padrão do design externo do iate. Quem está a bordo não se incomoda com o barulho da água batendo no barco, porque a estrutura também tem uma acústica especial. Por enquanto, o Chronos é apenas um conceito.



Lendas e mitos no supermercado

Uma ida ao supermercado pode ser tornar perigoso. Há produtos orgânicos, ecologicamente corretos, biodegradáveis... Mas às vezes isso pode ser propaganda enganosa.

Produtos biodegradáveis, orgânicos, feitos com material reciclado e até mesmo que "não usam animais como cobaias" vêm tomando de assalto as prateleiras, com a promessa de ser a solução ideal para consciências ecologicamente preocupadas. No entanto, e isso não é raro, produtos anunciados como amigos da natureza não passam de marketing em estado bruto.

É preciso um olhar minucioso e atenção redobrada para não acabar levando um item que pode ser tão prejudicial ao planeta quanto qualquer outro fabricado da maneira tradicional. Embalagens oxidegradáveis, por exemplo, foram lançadas no mercado há alguns anos como alternativa ao plástico comum das velhas sacolas. Mas oferecem risco similar à natureza. Explica-se. Ao serem descartadas, elas se degradam com mais facilidade, sim, mas seus componentes químicos vão permanecer no solo por muitos anos.

Para entender melhor, veja quadro:


Um fator importante na hora de consumir conscientemente é saber o caminho que o produto percorreu até chegar ao mercado.

Alguns produtos contem selos e certificações que são uma boa medida para o cliente descobrir se alguns itens têm realmente a origem (ou os benefícios) que seus rótulos alardeiam.

Porém até mesmo esses selos precisam ser olhados com muito cuidado, como já foi dito aqui antes.

Informações e quadro por: Planeta Sustentável

Louva-a-deus de bike?


É o que parece essa foto tirada pelo fotógrafo Eco Suparman.

Eco, de 23 anos, que vive em Bornéu, na Indonésia, acabou fascinado pelo inseto, que repentinamente decidiu 'andar de bicicleta'.

Ele conta que estava tirando fotos do louva-a-deus quando notou a planta. 'Imediatamente, pensei: a planta se parece com uma bicicleta. Mas não pude acreditar quando o louva-a-deus saltou para a planta'.

Ao voltar para casa, o fotógrafo mostrou a foto a familiares e amigos. 'Eles ficaram chocados com o fato de a foto dar a exata impressão de que o inseto andava de bicicleta'.

Fonte: G1

Mapa da emissão de carbono

Neste mapa, o tradicional mapa mundi aparece de uma forma totalmente diferente. Os tamanhos dos países foram distorcidos para mostrar o peso relativo de cada um nas emissões globais de carbono e nas consequências do aquecimento global, de acordo com dados do Banco Mundial.

O objetivo é dimensionar a responsabilidade e a vulnerabilidade de cada um.

Assim, no quesito emissão de carbono atual, China, Índia, Japão, Estados Unidos e Europa ganham formas gigantes, porque são os maiores emissores. América do Sul e África têm formas menores. Já quando se analisa o acumulado de emissões desde 1850 (sendo que "a maior parte delas ainda continua no ar", segundo projeto), o peso da Ásia diminui e a responsabilidade recai sobre América do Norte e Europa.

Clique na imagem para ir para o site

Em todas as variáveis, o Brasil é apresentado com um tamanho menor do que o real. Isto indica que nem sua responsabilidade nas emissões globais nem na vulnerabilidade são altas, em comparação com o resto do mundo.
No mapa, o usuário também pode escolher uma variável para colorir os países. Ao optar por emissão de CO2 por pessoa, por exemplo, as nações ficam mais escuras à medida que aumentam os valores.

Visto no G1