Produtos "verdes" realmente compensam??

A questão do blog é difundir essa ideia... então.. claro que compensa!
Mas se for pensar em dinheiro... aí são outros 500!
Produtos financeiros verdes não rendem bem.

Leiam essa reportagem do Económico, de Portugal

Os produtos financeiros amigos do ambiente aliviam a consciência mas deixam também a sua carteira mais leve. A rendibilidade média nos últimos 12 meses dos fundos de investimento ecológicos não vai além dos 8,5%. Os ganhos não são maus mas ficam muito aquém dos congéneres, como por exemplo o sector da indústria que remunera, em média, a 25,7%. Mas existem produtos que, embora mais caros, têm uma atitude proactiva em relação ao ambiente, não se limitando a ser verdes. É o caso dos cartões de crédito Carbono Zero, da Caixa Geral de Depósitos, e do cartão WWF do BES. Em contrapartida o cartão Green da Cetelem, de verde só tem o nome - e na verdade também a cor. Obviamente existem produtos onde as preocupações ambientais compensam, como os créditos para energias renováveis, muito embora estes sejam uma excepção legislada. Trimestralmente o Banco de Portugal fixa as taxas máximas a praticar nas várias modalidades de crédito ao consumo, onde os créditos para energias renováveis gozam de taxas máximas consideravelmente mais baixas face a um crédito ao consumo normal.
Produtos verdes

1 - Cartões de crédito
Existem dois cartões de crédito em Portugal que obedecem a uma política activa de protecção ambiental. O cartão Carbono Zero da Caixa Geral de Depósitos e o cartão WWF do BES. O primeiro investe parte do que gasta em compras em projectos que retiram da atmosfera ou tentam minorar as emissões de dióxido de carbono. E o segundo reverte 0,5% do que gastar em compras para a organização global de conservação. Ambos os cartões têm das taxas de juro mais altas praticadas por estes bancos.

2 - Fundos de investimento
Existem duas categorias de fundos de investimento que apostam nas preocupações ambientais. Os fundos do sector de energias alternativas, que investem em empresas que produzam ou utilizem energias renováveis, mas cujos ganhos médios nos últimos 12 meses não vão além dos 0,1%. E existem ainda os fundos do sector ecologia, com ganhos médios mais simpáticos a 12 meses, de 8,8%, e que investem principalmente tendo em conta as alterações climáticas.

3 - Crédito para energias renováveis
Este crédito é muito mais barato do que um crédito ao consumo normal, mas não graças às boas intenções dos bancos. O Banco de Portugal institui trimestralmente as taxas máximas a praticar nos vários segmentos de crédito ao consumo e, as energias renováveis estão entre os produtos para os quais as taxas são mais baixas. Até Março, as instituições financeiras não podem cobrar mais que 5,8% em créditos para energias renováveis, contra os 19,2% de taxa máxima para outros créditos pessoais.

Fonte: http://economico.sapo.pt

3 comentários:

  1. Dinheiro n eh o mais importante, a preservação da vida Sim!!

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  2. Olá, parabéns pelo blog! O site do meu blog contendo as minhas mensagens (textos e reflexões) é http://intelectu.wordpress.com Espero que goste de lê-las. Até mais

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  3. * SualojaVerde *

    O que vcs acham de uma oja s com produtos sustentaveis , 100 % reciclaveis onde vc pode encontrar tudo ,onde vc pode montar uma casa 100 % sustentavel.

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