Mata Atlântica

Quinta feira, dia de falarmos sobre biologia, saúde, meio ambiente; essas coisas que um biólogo gosta de falar.
Ontem, dia 27/05, foi o dia da Mata Atlântica.  Porém Minas não tem muito o que comemorar.
Vejam essa matéria do Megaminas.com:

"No Dia Nacional da Mata Atlântica, um dado preocupante: Minas Gerais é o estado que mais destruiu a vegetação nos últimos três anos. Segundo especialistas, a recomposição da mata pode levar de 30 e 100 anos. Desfrutar das delícias de uma mata é privilégio que poucos aproveitam como podem. Pessoas que adoram caminhar próximo à mata afirmam que são privilegiados. A riqueza da biodiversidade é única e ocupa um 1,3 milhão m² em 17 estados, mas está ameaçada. Segundo a Fundação SOS Mata Atlântica, Minas Gerais é uma das regiões do país que mais perdeu cobertura vegetal nativa entre 2005 e 2008. O estado tinha mais de 27 milhões de hectares de mata, o que representa 46% de seu território. Hoje restam apenas 9,68%. Na Zona da Mata e Campo das Vertentes foram devastados quase mil hectares. O município que mais desmatou foi Rio Espera: 93 hectares. Outros apresentam números alarmantes. Capela nova, 52 hectares, Matias Barbosa, 51 e Juiz de Fora com 44 hectares. A Agenda de Gestão Ambiental de Juiz de Fora (Agenda JF) diz que vai implementar 11 áreas de florestas municipais para tentar reverter o problema. De forma geral, em alguns pontos a Mata Atlântica foi empurrada para o topo das montanhas pela pastagem. Em outros, a urbanização é a ameaça. E recompor a Mata Atlântica leva tempo. Segundo o botânico da Universidade Federal da Juiz de Fora (UFJF), Artur Valente, em 30 anos a floresta cresce, mas a biodiversidade só se refaz em mais de 100 anos. Com isso, a consciência da necessidade de preservação deve ser consciência de cada um."


raphael_theloRean

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